Juara (MT), 28 de maio de 2017 - 17:18

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Economia

21/03/2017 09:15

Operação Carne Fraca pode afetar comércio de carnes segundo pecuarista de Juara

A Polícia Federal (PF) deflagrou na última sexta-feira (17) a Operação “Carne Fraca” para combater o envolvimento de fiscais do Ministério da Agricultura em um esquema de liberação irregular de licenças para frigoríficos. Entre as empresas investigadas estão alguns dos maiores frigoríficos do Brasil, como BFG e JBS, dono do Big Frango e Seara Alimentos.

O pecuarista juarense, Nando Conte, afirma que aproximadamente 15% do rebanho abatido tem menos de 2 anos de idade. Nando justifica que os pecuaristas estão preocupados em fazer carne de qualidade para levar ao mercado.

“Nós [pecuaristas] esperamos que tudo na operação seja apurado e esclarecido e, também que não volte a acontecer. Hoje nós não conseguimos nem mensurar como isso pode refletir em nosso negócio”. Argumentou.

Nando Conte informou para a equipe de Reportagem da Rádio Tucunaré e site Acesse Noticias que diante de todo o ocorrido que segundo ele foi exagerado, com isso pode gerar insegurança nos grandes mercados que podem diminuir o consumo de carne que consequentemente diminuirá a oferta.

O estado do Mato Grosso está entre os maiores estados produtores de gado e depende do comércio de carnes. O frigorifico local é o responsável por empregar o maior número de funcionários do município de Juara.

Durante o último domingo (19) no Palácio do Planalto, o presidente da república, Michel Temer (PMDB), realizou uma reunião para tentar amenizar os impactos causados pela Operação Carne Fraca entre os mercados importadores de carne brasileira.

Na ocasião, Temer convidou os embaixadores presentes para irem a uma churrascaria para comer a carne do país. O presidente da república informou que haverá uma “força-tarefa” para fiscalizar os frigoríficos e empresas investigadas na operação da Polícia Federal.

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, determinou intervenção nas superintendências da pasta em Goiás e no Paraná, onde a Polícia Federal encontrou indícios de irregularidades na Operação.

Ao todo são 21 estabelecimentos investigados em três Estados, sendo 18 no Paraná, dois em Goiás e um em Santa Catarina.

(Conteúdo Acesse Noticias)


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