Juara (MT), 23 de agosto de 2019 - 09:47

? ºC Juara - MT

Esporte

09/08/2019 06:27 R7

Jogadores de beisebol vivem mais do que outros atletas, diz estudo

Jogadores de beisebol vivem mais do que outros atletas e de outros homens, de maneira geral, segundo um estudo da Universidade Harvard publicado na revista médica JAMA Internal Medicine.

A pesquisa demonstrou que esses atletas vivem 24% mais do que a média masculina. Para chegar a essas conclusões, os pesquisadores coletaram e analisaram dados de 10.451 atletas que morreram entre 1979 e 2013. Eles também constaram que jogadores de algumas posições, como os jardineiros centrais (center fielder), podem ter a vida ainda mais longa que os demais atletas. 

Leia também: No beisebol, sonho e decepção se encontram em Lima

Austin Romine, jogador de baisebol entrevistado pelo jornal norte-americanoThe New York Times sobre o assunto, apontou a longa temporada da modalidade, de 7 meses, como um dos possíveis fatores para essa longevidade. "Estamos exercitando nossos corpos de maneira integrada, todos os dias, por 160 jogos. É a temporada mais longa nos esportes", afirmou.

Entre as explicações do estudo para esse resultado está a grande percepção que os atletas de beisebol têm do ambiente, uma aptidão que os diferencia das pessoas comuns - vêem coisas que os outros não vêem.

Outro fator seria a proibição do uso de tabaco entre os atletas e, durante os jogos, também entre os torcedores. Há ainda um trabalho de conscientização sobre os riscos da exposição ao sol e a prevenção e rastreamento do câncer de pele.

Veja também: Colômbia vence a Nicarágua por 11x1 no beisebol no Pan Lima 2019

The New York Times também levanta um outro aspecto que contribui para a longa vida desses jogadores, que é um robusto programa de aposentadoria, considerado um dos mais generosos do esporte profissional.

Causas de morte variam segundo posição

A idade média de morte dos jogadores de beisebol foi de 77 anos, segundo o estudo. Comparado com homens dos EUA, eles apresentaram menor taxa de mortalidade em todas as causas, exceto doença neurodegenerativa.

Mas, diferentemente dos jogadores profissionais de futebol americano, os jogadores de baisebol não apresentaram taxas aumentadas de Alzheimer, ELA (esclerose lateral amiotrófica) e Parkinson.

A pesquisa revelou que as causas da morte variam conforme a posição dos atletas no jogo. Os jogadores de interbases e de segunda base apresentaram taxa de morte por doença mais baixa em relação aos arremessadores. Já os defensores externos são menos propensos a morrer em decorrência de lesões.

Veja também: Dominicanos superam seleção do Peru e vencem no beisebol

Os receptores dispõem de taxas mais altas de mortalidade por doenças relacionadas à região da virilha e do trato urinário. Uma possível razão seria porque agacham e são atingidos na virilha com muita frequência.


Banner hospital quadrado

Acesse Notícias

Em tempo record o site mais visitado do Vale do Arinos

Copyright 2016 - Todos os direitos reservados.

Redes Sociais

Crie seu novo site AgenSite
versão Normal Versão Normal Painel Administrativo Painel Administrativo