Juara (MT), 23 de junho de 2018 - 04:08

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28/05/2018 15:56 OLHAR DIRETO

Chefes dos três Poderes avaliam decretar ponto facultativo durante toda a semana

Os chefes dos três Poderes de Mato Grosso (Executivo, Legislativo e Judiciário) se reuniram no comitê de gerenciamento de crise, nesta segunda-feira (28), para discutir a possibilidade da decretação de ponto facultativo para o resto desta semana. Isso porque na quinta-feira (31) haverá um feriado e o reabastecimento de combustível ainda não foi reestabelecido. A decisão deve ser tomada nesta tarde.

Juntos, os dirigentes dos três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) vão definir em conjunto a decretação de ponto facultativo nesta terça e quarta-feira (29 e 30). Na quinta-feira (31) já é feriado nacional (Corpus Christi) e na sexta-feira (01) será ponto facultativo.

O presidente do TJ-MT, desembargador Rui Ramos, disse que as desigualdades do estado levaram o Judiciário a manter apenas os serviços de plantão do Poder. Segundo ele, o Judiciário do Brasil todo está empenhado no fim da crise e na correção de rumos.

Nesta segunda-feira, diversos órgãos não abriram as portas por conta da greve dos caminhoneiros, que entrou no seu oitavo dia. Prefeitura de Cuiabá, Governo do Estado, Ministério Público Estadual, Ministério Público Federal, Tribunal de Justiça, Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e muitos outros tiveram serviços suspensos hoje.

A Universidade de Cuiabá (Unic), Universidade de Várzea Grande (Univag) e Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) também decidiram suspender suas aulas nesta segunda-feira, por conta da crise. Os alunos foram todos liberados. Ainda não se sabe se o mesmo será feito nos próximos dias, caso a paralisação continue.

A greve dos caminhoneiros entrou no seu oitavo dia, nesta segunda-feira (28) e parece que irá continuar, mesmo após o presidente Michel Temer (MDB) anunciar – na noite do último domingo (27) – ter atendido algumas reivindicações da categoria. Conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Estado não houve alteração e 30 pontos continuam bloqueados para o tráfego de caminhões.

A mobilização foi proposta pela Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) e iniciou na manhã da última segunda-feira (21). Em razão dos pesados impostos e do baixo valor dos fretes, a categoria afirma que enfrenta uma grave crise e articula ações em todo o país para evidenciar o descontentamento com a atual política econômica. A PRF mantêm o diálogo com os caminhoneiros.


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