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03/10/2017 15:34 Acesse Notícias

Clínica da Mulher de Juara inaugura sala de vacinas e moderno sistema de colocação de brincos. Veja fotos

A Clínica da Mulher em Juara inaugurou no último sábado (30) mais um serviço de saúde importante: a sala de vacinas. Veja fotos da Inauguração no rodapé da matéria                    

A Vacine está equipada com um sistema moderno de resfriamento e conservação das vacinas, com geladeiras específicas para garantir a validade do princípio ativo das vacinas, que não podem sofrer variação na temperatura.

O refrigerador especial suporta até 72 horas sem energia elétrica e sem causar prejuízos a qualidade das vacinas e ainda, aciona até 3 celulares avisando sobre a deficiência de energia, para que seja providenciado alguma medida para sanar o problema.

Além das vacinas que o sistema público oferece, a Vacine oferece muitas outras para adultos e crianças com maior alcance na proteção contra vírus.

  


Sistema de refrigeração especializado

Segundo o médico Dr. João Francisco Mitleton, médico de Juara que investe na cidade, explicou que junto com sua esposa, decidiriam montar a Vacine, porque é importante para Juara e vai oferecer esse serviço com agilidade de entrega com bom condicionamento. Para tanto, adq uiriu equipamento ultramodernos para preservar a qualidade. Ele se sente feliz em poder começar a oferecer essa segurança, e lembra, que agora, não existe mais necessidade dos pais viajarem para vacinar as crianças.

As vacinas são todas autorizadas pela ANVISA e caso surjam outras que alguém precise, serão encaminhas também.

Existem vacinas acelulares, que serão oferecidas e que não causam efeitos colaterais desagradáveis.

Quanto ao pessoal técnico, o médico informou que escolheu técnicos de enfermagem de confiança e foram capacitados para dar esse atendimento.

A perfuração de orelhas em bebes conta é outro serviço oferecido pela Clínica da Mulher, num moderno sistema norte americano, que perfura  a orelha com total esterilização e rapidez, onde a criança não percebe a dor e com um brinco de 24 quilates, que não causa alergia.  

Meri Stuki Mitleton, esposa do dr João Francisco, responsável pela novidade em Juara, explicou que haverá vacinas oferecidas pelo sistema público e outras que não são oferecidas.


Equipe treinada

A colocação de brincos será feita por enfermeira qualificada, a partir das 13 horas às 18 horas de segunda a sexta-feira na Clínica da Mulher.

O brinco deve ser o do sistema e tem vários modelos. É feito em aço cirúrgico e banhado em ouro 24 quilates e após anestesia em pomada, o parelho perfura colocando o brinco sem contato manual, totalmente descartável, explicou Meri.

Sistema Buzzi

Meri Stuki informou ainda, que em relação as vacinas em crianças, a Clinica oferece o sistema Buzzi, que é um aparelho, do tamanho da palma da mão, que vibra e também contém uma bolsa de gel (que deve ser colocada no congelador). Os efeitos de vibração junto com a ação do gelo ajudam a bloquear a sensação de dor no local da injeção. O produto (em forma de joaninha ou de abelha) pode ajudar a distrair a criança e diminuir a ansiedade do momento da vacina.

A Clínica da Mulher fica na Rua Araçuaí, 59S no centro de Juara. Os telefones para sanar dúvidas e agendamentos: (66) 3556-4142/99918-1899.  

No artigo abaixo é possível compreender a diferenças entre as vacinas oferecidas na rede pública e nas redes privadas:

As vacinas de ambas são seguras e protegem a saúde do bebê e criança, contudo há benefícios na rede privada

Apesar de ambas terem ótima qualidade e garantirem a proteção do seu bebê, algumas vacinas oferecidas na rede pública são diferentes daquelas existentes na rede privada. Saiba quais são essas diferenças e entenda como isso afeta a saúde do seu filho.

Tríplice bacteriana DTPa e tríplice bacteriana DTPW

As vacinas tríplices bacterianas protegem o bebê contra difteria, coqueluche e tétano. Na rede pública está disponível a DTPw que é feita a partir de células inteiras da bactéria. Já na rede privada existe a versão DTPa que é acelular, ou seja, não é feita com as células inteiras, mas sim com proteínas. “Ela é uma vacina mais purificada, só contém o que realmente é necessário para proteger o ser humano e por isso as chances de ocorrerem eventos adversos são menos frequentes e intensas”, explica a pediatra Isabella Ballalai, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm). É importante ressaltar que na vacina DTPw, fornecida na rede pública, as chances de ocorrerem eventos adversos já são muito baixas.

Caso seu bebê tenha tomada uma dose da DTPw, que é oferecida na rede pública, e tenha apresentado febre alta por um tempo prolongado e outras reações adversas é recomendado passar a oferecer a DTPa. “Quem começou com uma pode completar o esquema com a mesma ou com a outra (são cinco doses em 2, 4, 6, 15 meses e 4 a 6 anos). Mas a proteção oferecida pelas duas vacinas é adequada contra a difteria, tétano e coqueluche, desde que seguindo os esquemas vacinais propostos”, explica o pediatra Yechiel Moisés Chencinski, membro do departamento de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da Sociedade de Pediatria de São Paulo.

Vacina Haemophilus influenzae tipo b e seus reforços

Haemophiluis influenzae tipo B é uma bactéria que pode causar uma série de doenças infecciosas com complicações graves, como: pneumonia, dor de ouvido, inflamação na epiglote, meningite, inflamação nas articulações, entre outros.

A vacina contra esta bactéria está disponível tanto na rede pública quanto na privada, com a diferença de que na rede privada há uma dose a mais. “O esquema padrão inicial dessa vacina é de 4 doses, que seriam 3 mais o reforço. Contudo, quando o Ministério da Saúde adotou essa vacina, a imunização em massa permitiu reduzir a circulação da bactéria e quando ela é praticamente eliminada, três doses são o suficiente. Dar a quarta dose é mais um cuidado extremo do que uma necessidade”, diz Isabella Ballalai.

Vacina rotavirus monovalente e vacina rotavirus pentavalente

A vacina de rotavírus é uma vacina de vírus vivo, oral. Ela pode ser monovalente, que protege apenas contra um sorotipo de rotavírus, mas oferece proteção cruzada contra outro sorotipo e é dada em duas doses. A vacina rotavirus monovalente é oferecida na rede pública.

A outra opção é a vacina pentavalente, que está presente na rede privada. Ela oferece imunidade contra 5 sorotipos diferente de rotavírus e é feita na clínica em três doses. Bebês que iniciam a vacinação com uma determinada vacina devem idealmente terminar o esquema vacinal com o mesmo produto. “Mas, na falta do mesmo produto, a vacinação não deve ser interrompida e a vacina que estiver disponível deverá ser administrada. Caso uma das doses tenha sido da vacina pentavalente, o total de três doses deverá ser realizado. E é importante ter atenção aos intervalos e datas limite para a aplicação dessas vacinas”, diz Yechiel Moisés Chencinski. Assim, a vacina pentavalente oferece uma proteção mais ampla.

Vacina pneumocócica conjugada 10 e vacina pneumocócica conjugada 13

As vacinas pneumocócicas conjugadas protegem as crianças das doenças causadas pela bactéria Streptococcus pneumoniae, como pneumonia, meningite e otite média aguda. A vacina pneumocócica conjugada (VPC 10), que está presente na rede pública, protege contra 10 subtipos de pneumococos. Já a vacina pneumocócica conjugada (VPC 13) irá proteger contra 13 subtipos de pneumococos. “Os principais pneumococos estão presentes na VPC10, mas a VPC13 irá proteger contra mais três subtipos, fazendo com que ela seja uma opção interessante”, constata Isabella Ballalai.

A VPC 13conta com 3 doses dadas aos 2, 4 e 6 meses e um reforço de 12 a 15 meses. “Se começar o esquema no posto de saúde, pode-se aplicar inicialmente a VPC10 (2 doses) e completar a 3ª dose e o reforço com a VPC13. Crianças com esquema completo de VPC10 podem se beneficiar com uma dose adicional de VPC13 com o objetivo de ampliar a proteção em crianças de até 5 anos, respeitando o intervalo mínimo de dois meses da última dose”, explica Yechiel Moisés Chencinski.

Vacina influenza

Na rede pública a vacina influenza, que protege contra a gripe, só é oferecida até os 5 anos de idade. A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomenda que todos sejam vacinados anualmente contra a influenza, independente da idade.  “No Brasil não conseguimos doses para toda a população, por isso é preciso ter prioridades, como as crianças até 5 anos de idade”, explica Isabella Ballalai. Contudo, na rede privada é possível tomar esta vacina, sem pertencer aos grupos de risco.

Meningocócica conjugada C e Meningocócica conjugada ACWY

A vacina meningocócica conjugada C está presente na rede pública, enquanto a versão ACWY só pode ser encontrada na rede privada. Ambas previnem meningites. “Com a diferença que meningocócica conjugada C protege apenas contra o tipo C e a versão ACWY protege contra esses quatro tipos. O C é o responsável por 70% das meningocócicas do país, contudo o tipo W vem aumentando bastante sua participação, e já é a causa de 20% dos casos de meningocócicas no sul do Brasil”, alerta Isabella Ballalai. Por isso, a meningocócica conjugada ACWY é uma boa alternativa.

Vacina contra o HPV

A rede pública já oferece a vacina contra o HPV para meninas de 9 a 13 anos. “O problema é que o benefício não se estende aos meninos e a Sociedade Brasileira de Imunizações recomenda que eles também tomem esta vacina, seguindo o mesmo esquema de doses e idade”, explica Isabella Ballalai. Na rede privada os meninos podem tomar a vacina contra o HPV.

Vacina contra a hepatite A

A rede pública vacina as crianças contra a hepatite A com um ano de idade. “Contudo a rede privada segue a recomendação da SBIm e seis meses após esta primeira dose, aplica uma segunda”, observa Isabella Ballalai. Uma única dose desta vacina garante proteção até os 10 anos, mas não há certeza quanto a vida adulta. A segunda dose irá garantir a imunidade contra a hepatite A também na vida adulta.

Vacina varicela

A vacina varicela irá proteger as crianças contra a catapora. Contudo, a rede pública oferece apenas uma dose dela. “Isto não é o suficiente para prevenir a doença, apenas para evitar que a pessoa contraia versões mais graves dela. Na rede privada são oferecidas duas doses, sendo que a segunda irá de fato proteger contra a doença”, explica Isabella Ballalai.

CLIQUE AQUI E BAIXE O CALENDÁRIO VACINAL 2017/2018 DO NASCIMENTO À TERCEIRA IDADE  


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