Juara (MT), 20 de novembro de 2017 - 14:02

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06/11/2017 15:22 Acesse Notícias

Promotor de justiça se sente ofendido por advogado e vai acioná-lo por difamação

Durante a semana passada, a prefeita Luciane Bezerra reuniu a imprensa local para anunciar que irá denunciar o promotor de justiça Osvaldo Moleiro Neto, por segundo a gestora, ter agido de maneira arbitrária ao adentrar na prefeitura acompanhado de policiais.

Em resposta ao advogado Breno Alegria e a Luciane Bezerra, o promotor de justiça disse que a ação tem que ser discutida durante o processo “não é em mídia que será dito quem tem ou não tem razão! É somente no processo”. Ele ainda continuou “eu espero que o advogado tenha a mesma postura e profissionalismo”.

O promotor frisou que as declarações feitas por Breno foi de ataque pessoal e todas foram encaminhadas para a Procuradoria Geral de Justiça e à Associação do Ministério Público para adoção de responsabilização em face do advogado que também será acionado criminalmente por difamação.

Sobre a acusação em que o representante do Ministério Público não poderia entrar na prefeitura, Osvaldo rebateu dizendo que o processo licitatório é público e qualquer pessoa pode solicitar uma cópia, ainda mais um promotor de justiça que é responsável pela fiscalização da licitação do município.

Ele frisou para reportagem da rádio Tucunaré e site Acesse Notícias, que em momento algum tentou induzir os vereadores e que o ministério público irá agir dentro da atribuição que lhe cabe e os vereadores farão os trabalhos voltados ao poder legislativo, como prevê a constituição.

A prefeita Luciane Bezerra alegou que ao adentrar na prefeitura, o promotor usou de abuso de poder, uma vez que ele não possuía ordem judicial. Osvaldo declarou que não é necessário tal documento, uma vez que o promotor de justiça possui autorização de trânsito livre em todo o recinto público.

“Não tem porque ficar contente com uma situação dessas, pelo contrário. Eu vou agir conforme define em lei, o que estiver previsto em lei, eu vou agir”.

O bloqueio de bens, de acordo com o promotor, teve por finalidade obter o ressarcimento dos cofres públicos. Se houver cancelamento da licitação, Osvaldo frisou que a ação não irá excluir uma eventual ilicitude nos procedimentos.

Todas as acusações feitas serão levadas para conhecimento da associação do ministério público que tomará as devidas providencias.

Leia também: Promotor de Justiça de Juara será denunciado na Corregedoria do MP por ações interpretadas como arbitrárias


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