Juara (MT), 19 de junho de 2019 - 10:54

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05/06/2019 09:28 Acesse Notícias

Caso de "vaca louca" causou entrave na exportação da carne, mas Acrimat já tomou providências, diz Fernando Conte

A nota de embargo feito pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) preocupou a classe produtora de bovinos em Mato Grosso e em todo Pais, uma vez que muitos frigoríficos estão com seus abates paralisados e as economias não se fluíram em virtude dessa ação.

O caso da “vaca louca” atípica ocorreu na semana passada no de Canaã do Norte e se espalhou rapidamente na mídia nacional causando transtorno a classe produtora, que em virtude desse motivo enfrenta um grande empecilho.

A vaca morta com a doença era um animal extremamente erado, uma vaca com 17 anos de idade, e devido ao seu avançado estado de idade, o próprio animal desenvolve a doença denominada “Prion” que não causa risco a saúde humana, o que tranquilizou os pecuaristas de Juara e todo Estado de Mato Grosso, porque é um caso atípico.

Segundo o pecuarista de Juara, Fernando Conte, que é 2º vice-presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (ACRIMAT), por se tratar de um caso atípico tranquilizou mais os produtores, porém, ainda enfrentam barreiras em virtude de nota expedida pelo Ministério da Agricultura.

O primeiro caso dessa natureza ocorreu em 2010 na cidade de Sertanópolis no Estado do Paraná, em 2014 em Mato Grosso, na cidade de Porto Espiridião e em 2019, no município de Nova Canaã do Norte.

A doença da atípica é bem diferenciada da vaca louca clássica, que é chamada de típica e está relacionado aos sintomas provenientes de ingestão de ração ou produto de origem animal, porém, esse não foi o caso que ocorreu, porque isso só ocorre quando o pecuarista utiliza produtores como o acima citado e os produtores de Mato Grosso  não utilizam esses produtos na base alimentar de seus animais, e o Brasil nunca teve doença desse caso constatado.

Fernando Conte disse que já a ACRIMAT já tomou todas as providencias cabíveis dentro de suas formalidades legais e aguarda a decisão do Ministério para eventuais medidas para destravar a exportação da carne para outros países.

Uma equipe de vigilância chinesa deverá vir ao Brasil para fazer inspeção e contatar que realmente a carne bovina brasileira está apta a ser exportada. Ouça a entrevista na íntegra


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