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08/05/2017 14:59 Veja.com

EUA confirmam morte de chefe do Estado Islâmico no Afeganistão

O Exército dos Estados Unidos e o governo afegão confirmaram neste domingo a morte do chefe do grupo extremista Estado Islâmico no Afeganistão, Abdul Hasib, em uma operação conjunta realizada em abril. “Vários outros encarregados de alto comando do EI morreram, assim como 35 combatentes, durante um ataque de comandos afegãos junto com forças americanas”, diz comunicado das forças dos EUA no Afeganistão. Em uma declaração em separado, a Presidência afegã “confirma que Abdul Hasib, líder do El-Khorasan (EI-K, nome do braço local do EI) morreu na província de Nangarhar“, local de fronteira com o Paquistão e reduto do grupo terrorista.

O Pentágono havia anunciado em 29 de abril, sem confirmar, a morte provável de Hasib, durante uma operação que custou a vida de dois soldados americanos, possivelmente como resultado de fogo amigo.”Esta operação conjunta bem sucedida constitui um novo e importante passo em nossa campanha para liquidar o EI-K em 2017”, afirmou o chefe das forças americanas em Cabul, general John Nicholson, que dispõe de 8.400 homens no país do Oriente Médio sob a bandeira da Otan.

“É o segundo emir do EI que matamos em nove meses, junto com dezenas de seus chefes e centenas de combatentes. Há mais de dois anos, o EI-Khorasan realiza uma campanha bárbara de assassinatos, torturas e violência contra a população afegã, em particular no sul de Nangarhar”, acrescentou Nicholson.

O anúncio da morte de Hasib ocorre três semanas depois de os EUA terem lançado na província de Nangarhar uma das bombas mais potentes de seu arsenal. A “mãe de todas as bombas”, como é chamado o míssil GBU-43, teria matado 96 jihadistas. Além disso, outros 300, segundo dados do Ministério de Defesa do Afeganistão, foram mortos desde então em diferentes operações conjuntas entre soldados dos dois países.

Em junho do ano passado, o governo do Afeganistão afirmou que o EI estava derrotado em grande parte das áreas nas quais o grupo permanecia ativo. No entanto, a organização continuou reivindicando ações mais sangrentas no país, como o ataque suicida contra uma manifestação da minoria hazara que deixou 80 mortos.

(Com agências Reuters, Efe e AFP)


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