Juara (MT), 19 de agosto de 2017 - 12:41

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Mundo

11/08/2017 13:43

Trump diz que opções militares contra Coreia do Norte estão prontas para uso

Durante a semana, Trump endureceu seu discurso contra o regime norte-coreano. Na terça-feira, ele prometeu agir com "fogo e fúria" contra o isolado país se as ameaças de seu programa nuclear não forem interrompidas. Na quinta, no entanto, ele afirmou que sua promessa pode não ter sido "dura o bastante".

A tensão entre os dois países atingiu seu nível mais alto depois de a Coreia do Norte testar com êxito, em julho, dois mísseis balísticos intercontinentais (ICBM), que segundo especialistas poderia alcançar as principais cidades americanas.

O governo americano conseguiu aprovar de forma unânime no Conselho de Segurança da ONU um novo pacote de sanções contra Pyongyang, mas a medida não parece ter impactado Kim.

Nesta semana, o líder do país comunista ameaçou lançar mísseis perto da ilha de Guam, um enclave americano estratégico no meio do Pacífico onde estão uma base naval, uma base aérea e cerca de 6 mil soldados americanos.

Pacto

O primeiro-ministro da Austrália, Malcolm Turnbull, disse também nesta sexta que seu país apoiaria os Estados Unidos em caso de um ataque da Coreia do Norte, uma declaração que ocorre em meio à escalada de tensão e ameaças mútuas entre Washington e Pyongyang.

"Se os EUA forem atacados pela Coreia do Norte, invocaremos o Tratado ANZUS. A Austrália sairia em socorro dos EUA, da mesma forma que eles viriam em nossa ajuda se nos atacassem", disse Turnbull em entrevista à emissora "3AW".

Austrália, Nova Zelândia e EUA assinaram em 1951 o Tratado ANZUS (as siglas dos nomes dos três países em inglês) de cooperação em defesa. O governo australiano invocou o pacto pela última vez em 11 de setembro de 2001, após os ataques da Al-Qaeda em Nova York.

Neutralidade

A China ficará neutra se a Coreia do Norte lançar um ataque que ameace os EUA, disse um jornal estatal nesta sexta-feira, alertando Pyongyang a respeito de seus planos de disparar mísseis perto de Guam.

"A China também deveria deixar claro que, se a Coreia do Norte lançar mísseis que ameacem o solo dos EUA primeiro e os EUA retaliarem, a China permanecerá neutra", disse o Global Times, que é amplamente lido, mas não representa as políticas governamentais, em um editorial.

"Se os EUA e a Coreia do Sul realizarem ataques e tentarem depor o regime norte-coreano e mudar o padrão político da Península Coreana, a China os impedirá de fazê-lo", afirmou.

A China, aliada e parceira comercial mais importante da Coreia do Norte, reiterou os pedidos de calma durante a crise atual. Pequim já expressou frustração tanto com os testes nucleares e de mísseis de Pyongyang quanto com o comportamento da Coreia do Sul e dos EUA, como exercícios militares, que acredita elevarem as tensões. / AFP, EFE e REUTERS


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