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16/09/2017 09:52 Estadão Mundo

Explosão em metrô de Londres fere quase 30; EI reivindica autoria de ataque

LONDRES - O número de feridos na explosão registrada em uma estação de metrô de Londres nesta sexta-feira, 15, foi elevado a 29 pelas autoridades. Todas foram levadas para hospitais, mas acredita-se que ninguém tenha sofrido ferimentos graves, segundo o serviço de ambulâncias do Reino Unido. A polícia trata o episódio como um incidente terrorista e o grupo terrorista Estado Islâmico (EI) reivindicou a autoria da ação em seu site de propaganda na tarde desta sexta-feira.

Serviços de emergência disseram ter sido chamados com relatos de um incêndio em um trem na estação de Parsons Green, no oeste de Londres, às 8h20 (4h20 em Brasília), horário de pico. “É muito cedo para confirmar a causa do incêndio, que está sujeito a investigação, que está agora em curso pelo Comando de Combate ao Terrorismo do Met”, disse a Polícia Metropolitana de Londres, em um comunicado.

A autoridade responsável pelos transportes de Londres disse em sua conta no Twitter que parte do metrô no oeste de Londres está fora de serviço.

Vídeos e fotos publicados por testemunhas nas redes sociais mostram um balde de plástico em chamas. Ele estava dentro de uma bolsa e continha alguns cabos e um "timer", de acordo com informações da emissora CNN. Uma jornalista do site Metro.co.uk, que estava no local da explosão, afirmou que algumas pessoas ficaram "muito queimadas".

A polícia confirmou que o objeto usado na ação era um "artefato explosivo improvisado". "Às 8h20 desta manhã, na estação de Parsons Green, aconteceu uma explosão em um trem do metrô. Nós agora consideramos que foi a detonação de um artefato explosivo improvisado", afirmou o chefe da unidade antiterrorismo, Mark Rowley.

Uma testemunha, Richard Aylmer-Hall, de 53 anos, declarou à agência de notícias britânica Press Association que viu várias pessoas feridas, pisoteadas no tumulto após o incidente, mas que não acreditava que a explosão tivesse ferido alguém diretamente.

A primeira-ministra britânica, Theresa May, expressou sua solidariedade com os feridos e presidiu nesta sexta-feira uma reunião urgente de seu gabinete de segurança. "Tenho presente em meus pensamentos os feridos de Parsons Green e os serviços de emergência que, mais uma vez, estão respondendo rapidamente e bravamente a este suposto ato terrorista", disse ela.

Após a reunião,  o nível de alerta para uma ameaça terrorista no país foi elevado a "crítico", que é o mais alto em sua escala e significa que um atentado pode ser iminente, anunciou May.

O prefeito de Londres, Sadiq Khan, garantiu que a cidade "nunca se deixará intimidar ou derrotar pelo terrorismo". Além disso, ele também ressaltou que "há uma caçada em andamento", mas não estava autorizado a dizer se um suspeito específico está sendo procurado, de acordo com o jornal britânico The Guardian.

O Reino Unido sofreu quatro atentados desde o dia 22 de março e vive em estado de alerta. Na escala de ameaça terrorista das autoridades, o nível é o segundo mais elevado - "severo", que significa que um atentado é "altamente provável". / REUTERS, EFE e AFP


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