Juara (MT), 28 de maio de 2017 - 16:57

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Policia

06/03/2017 16:50

Perrone esclarece que assassinato não aconteceu em seu bar e ajudou a socorrer vítima baleada em Juara

Um homem morreu e outro ficou ferido na madruga de domingo, dia 05, por volta das 5 horas da manhã, conforme a reportagem da Rádio Tucunaré publicou em matéria anterior. LEIA AQUI

Entre os suspeitos de cometer o homicídio e uma tentativa de homicídio está um homem de nome Bertinetti Perrone Vasques da Silva, o Perrone, justifica que o fato não aconteceu em seu bar e sim em outro local.  

“Eu quero aqui em primeira mão dizer para a família da vítima que o Eduardo nunca me fez mal algum, eu não tinha motivo nenhum de fazer nada com ele, a vida dele pra mim não interessa o que ele foi ou deixou de ser, o importante é o que eu tenho para dizer para a família dele que ele nunca foi meu inimigo”. Se  defende Perrone.

Policia investiga outra versão de homicídio e tentativa de assassinato em Juara

O suspeito justifica que foi até a delegacia levar uma funcionária dele para fazer um Boletim de Ocorrência. “Tem 16 anos que sai daqui de dentro [Cadeia] e nesses últimos anos minha vida foi só trabalho, eu pedi só uma oportunidade para a juíza há 16 anos atrás e ela me deu. Eu fui muito criticado na rua, fui chacota de piada porque eu não precisava de cadeia, o que eu precisava era de tratamento porque eu não era traficante, eu era usuário.” Justifica o suspeito.

Segundo Perrone, ele fechou seu bar às duas horas da manhã e em seguida foi para uma casa de festas juntamente com sua esposa e a vítima Eduardo que estava com eles. Perrone afirma que antes de acabar a festa na casa de shows, ele foi para sua residência juntamente com sua esposa e com uma mulher de nome Duda.

O suspeito comenta que após duas horas em sua residência, ele acordou com vozes de socorro o chamando no portão e em seguida ligou para as polícias civil e militar. Quando chegou a ambulância para socorrer a vítima que estava no chão, Perrone fala que ajudou na hora de por o ferido dentro da ambulância.

“Não achando o cara que atirou, e eu tinha ido na delegacia para fazer um BO e a internet não estava boa e o cara pediu para mim ir no outro dia de manhã. Ai houve uma troca de informações porque eu tinha falado que iria resolver o negócio do meu jeito, e não é que eu tinha falado que eu ia resolver. Então por essa palavra me colocaram como suspeito.” Narra Perrone.

A polícia civil está investigando o caso.


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