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Policia

31/05/2018 11:23 Acesse Notícias/Rádio Tucunaré

Mulher que supostamente conduzia caminhão que tirou a vida de um motociclista em Juara, muda sua versão e acusa namorado

O acidente de trânsito registrado na tarde de sábado, 26, teve reviravoltas, quando a suposta condutora do caminhão negou aos policiais civis que era ela quem conduzia o veículo que tirou a vida de Antônio Magri, 57, que pilotava uma motocicleta Honda Bros.

Em entrevista para a rádio Tucunaré e site Acesse Notícias, o delegado da polícia civil, Carlos Henrique, lembrou que a garota vista na cabine do caminhão envolvido no acidente confessou aos policiais militares que acompanharam o fato, que havia sido ela quem conduzia o veículo no momento do evento.

Um dos soldados percebeu que a moça estava com sinais visíveis de embriaguez alcoólica e diante disso, a conduziu para a delegacia de polícia civil.

“No entanto, momentos depois, essa moça passou a dizer que de fato não era ela quem conduzia o caminhão e sim o namorado dela, o qual já restou identificado e qualificado civilmente”, informou o delegado.

Carlos Henrique ainda revelou que o rapaz já esteve preso em diversas ocasiões em decorrência de envolvimento em crimes de trânsito, notadamente por estar embriagado ao volante. “Do momento do acidente, segundo informações prestadas inclusive por essa moça, que se dizia namorada dele, ele teria descido da cabine do caminhão e se evadido do local sem prestar qualquer socorro ou amparo a vítima que agonizava em decúbito dorsal (pessoa que deita com a barriga voltada para cima) sobre a pista”, disse.

Diante de todas as essas informações, foi baixada uma portaria e aberto um novo inquérito policial para apuração do crime de homicídio de trânsito com pena exacerbada e do crime de afastamento do local.

Segundo o delegado, com relação à moça que havia assumido o crime que supostamente não cometeu, também responderá, por meio de um procedimento policial, a acusação de autoincriminar-se. “É um crime previsto em lei. Você não pode trazer a um agente de estado, a afirmação de que você cometeu um crime quando sabe que não o fez”, pontou.

No momento, a investigação está na fase em que os depoimentos estão sendo colhidos. O delegado solicitou que se por ventura, uma testemunha que presenciou o acidente e não foi arrolada, compareça a delegacia de polícia e informe o que o viu.

Os veículos envolvidos no acidente se encontram na sede da polícia civil e foram periciados para apurar a eventual responsabilidade criminal que tenha ocorrido naquele fato. “Nós precisamos verificar qual foi à conduta do motociclista que perdeu a vida e qual foi à conduta do condutor do caminhão”, concluiu Carlos Henrique.

Leita também: Acidente fatal tira vida de motociclista em rotatória no transito de Juara


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