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Saúde

15/03/2018 16:37 Rádio Tucunaré/Acesse Notícias

Dores na coluna podem ser consequência da Osteoporose, explica Ortopedista Ricardo Almeida

Para falar sobre a doença Osteoporose, que acomete muitas pessoas, o médico o ortopedista do Hospital e Maternidade São Lucas de Juara, Dr Ricardo Almeida, concedeu entrevista à rádio Tucunaré e site acesse notícias.

O médico começa explicando que a osteoporose é uma doença metabólica, que causa a diminuição da quantidade de cálcio nos ossos, diminuindo a sua densidade, tornando-o mais quebradiço. Como exemplo, o médico citou um pedaço de queijo suíço, cheio de cavidades e que, se for pisado, pode suportar o peso, mas se esse pedaço de queijo tiver uma quantidade excessiva de cavidades em seu interior, pode ocorrer um afundamento. A mesma situação acontece com o osso, quando se torna mais poroso com a presença da Osteoporose, explicou.

A Osteoporose é uma doença silenciosa e não se evidencia com nenhum sintoma ou sinal de alarme e muitas pessoas se queixam, por causa de dores na coluna, por exemplo mas essa doença é assintomática.

A consequência dessa fragilidade óssea são as fraturas e as fraturas doem, disse o médico.

De acordo com as literaturas médicas, pessoas acima de 50 anos de idade são mais suscetíveis a desenvolver a osteoporose.

Apesar da modernidade da medicina e também do acesso ao conhecimento sobre o tratamento dessa doença, o brasileiro vive mais, pois existe uma proporção grande de idosos com osteoporose e as demais doenças do envelhecimento, tais como cardiovasculares, pulmonares e ortopédicas, apresentam tendência a aumentar a prevalência.

A Osteoporose precisa ser identificada e pode ser feita através de radiografias ou densitometria óssea, informou.

Quando a osteoporose é diagnosticada, três atitudes precisam ser realizadas: Atividade física, boa reposição de cálcio na dieta e correta ingestão de vitamina D.

Para pessoas abaixo de 50 anos a recomendação é que consuma ao menos um grama de cálcio ao dia e pessoas acima dos 50 anos a ingestão deve ser 2 gramas ao dia, disse.

Leite e derivados são alimentos indicados para consumir o cálcio porém, há restrições, pois cada copo de leite possui 300 mg de cálcio, ou seja, precisaríamos de 4 copos pequenos diários para poder atingir o nível de cálcio ideal para uma pessoa acima de 50 anos de idade.

O leite de vaca é muito rico em gordura e possui 3 vezes mais proteínas do que o leite materno e esse excesso de proteína, promove um aumento da acidez no nosso sangue e para que o nosso organismo possa controlar essa acidez, acaba precisando retirar o cálcio que está no osso, para o sangue, e então, acaba até provocando um efeito inverso, explicou.

Os principais alimentos estão as verduras escuras como couve e brócolis, o feijão, as castanhas, que oferecem boas quantidades de cálcio e o médico alerta ainda, para iogurte desnatado ou de soja são muito ricos em cálcio onde cada porção chega a oferecer de 200 a 350 mg de cálcio e acabam oferecendo a substituição do leite sem ter o problema de excesso de proteína.

Um dos maiores vilões na alimentação atual é o refrigerante, pois após a ingestão de bebida gasosa, distância de nome fosfato acaba atingindo a corrente sanguínea e para ser neutralizado, é necessário que se retire o cálcio dos ossos para o sangue e aumente a taxa de osteoporose, concluiu o médico.


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