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Saúde

02/11/2018 08:18 R7

Paternidade após 45 anos eleva risco à saúde do bebê, diz estudo

A cada ano que um homem envelhece, ele acumula em média duas novas mutações no DNA de seu esperma, diz estudo da Universidade de Stanford.

Um estudo da Escola de Medicina da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, associou a paternidade tardia a riscos para a saúde do bebê, como baixo peso, convulsões e maior probabilidade de nascimento prematuro.

Os pesquisadores analisaram mais de 40 milhões de nascidos entre 2007 e 2016. Os dados mostraram que aos 35 anos há uma pequena elevação nesses riscos. Um aumento mais acentuado foi observado na faixa etária seguinte, entre 45 e 55 anos. 

A cada ano que um homem envelhece, ele acumula em média duas novas mutações no DNA de seu esperma, mostra estudo.

Comparado com pais entre 25 e 34 anos - idade média de paternidade nos Estados Unidos -, os bebês de homens acima de 45 anos tinham 14% mais chance de precisarem de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) ao nascer, 18% era mais propenso a ter convulsões e 14% a ter baixo peso ao nascer.

Se o pai tiver mais de 50 anos, a probabilidade de o bebê precisar de ventilação mecânica ao nascer aumentaria em 10%, e a chance de necessitar de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) neonatal aumentaria para 28%.

A mesma equipe de pesquisa publicou no ano passado um estudo que mostra que o número de homens mais velhos que tinham filhos estava aumentando. Atualmente, cerca de 10% dos bebês nascem de pais com mais de 40 anos, sendo que há 40 anos eram apenas 4%.

Para o urologista Michael Eisenberg, que lidera a pesquisa, o mais surpreendende foi descobrir que existe uma relação entre a idade do pai e chance de a mãe desenvolver diabetes gestacional.

Mulheres com parceiros acima de 55 anos tiveram 34% mais chance de desenvolver diabetes gestacional e, com parceiros entre 45 e 54 anos, 28%, em relação àquelas com parceiros entre 25 e 34 anos. 

“Tendemos a olhar para fatores maternos quando avaliamos riscos relacionados ao parto, mas esse estudo mostra que ter um bebê saudável é uma tarefa de equipe, e a idade do pai também contribui para a saúde do bebê”, afirma Eisenberg.

Segundo ele, os mecanismos biológicos que levam a isso ainda são obscuros, mas há uma suspeita de que a placenta da mãe tenha um papel nesse processo.

parto na água é realizado em uma banheira ou piscina, inclusive de plástico, em casa ou hospital - é cada vez mais comum que as maternidades ofereçam essa opção. A água deve estar na mesma temperatura do corpo, por volta de 37º C, e cobrir toda a barriga. É comum que o pai, ou acompanhante, fique dentro da água para ajudar a mãe. Esse tipo de parto traz conforto ao bebê, que encontra na água aquecida a mesma sensação que tinha dentro do útero. Para a mulher, o relaxamento muscular é profundo, o que favorece o alívio da dor


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