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20/04/2017 08:58 Veja Entretenimento

Agora homens são punidos, celebra diretora de longa sobre assédio

A cineasta Sandra Werneck lança no dia 5 de maio, no canal pago Curta!, o documentário Mexeu com Uma, Mexeu com Todas, que também faz parte da 22ª edição do Festival de Documentários É Tudo Verdade, aberto em São Paulo e no Rio entre 19 e 30 de abril. O filme debate a violência contra a mulher e tem o mesmo título do slogan da campanha realizada por funcionárias da Rede Globo após a denúncia de assédio da figurinista Susllem Tonani contra o galã José Mayer. Em entrevista a VEJA, a diretora explica ter sido uma coincidência — mas não mera coincidência: uma confluência que mostra como esse tema, felizmente, vem ganhando destaque na sociedade. “O mundo inteiro está lidando com essa questão do feminismo. Eu acho que o assédio e a violência doméstica, que antigamente eram escondidos pela família, sociedade, poder público, agora não são mais, as pessoas são realmente punidas.”

O documentário traz uma sequência de relatos de vítimas de agressão, abuso e assédio sexual. Entre elas, a farmacêutica Maria da Penha – é ela quem empresta o nome à lei de 2006 que criminaliza a violência contra a mulher –; a nadadora Joanna Maranhão, que deu nome à lei de 2012 que mudou o prazo de prescrição nos crimes contra dignidade sexual praticados contra crianças e adolescentes; a ex-modelo Luiza Brunet, que acusa o ex-parceiro Lírio Parisotto de agressão, e a escritora Clara Averbuck, abusada na adolescência. “Acho que ele ajuda a conscientizar muitas mulheres que têm medo porque acham que vão sofrer retaliações. Pode dar uma força para elas”, diz Sandra.

 


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