Arbitros se queixa de paralisação do Mato-grossense e busca solução com sindicato

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A paralisação do Campeonato Mato-grossense da Primeira Divisão já atinge em cheio a classe de árbitros e assistentes. Sem jogos para atuar, os profissionais do apito já procuraram o Sindicato dos Árbitros Profissionais de Mato Grosso em busca de uma solução, já que a atividade ainda não é reconhecida.

Contudo, a arbitragem é tratada como renda extra aos ‘homens de preto’, que deixam seus lares no fim de semana para intermediar uma partida de futebol. É comum ser o principal alvo do torcedor revoltado com resultado do confronto.

Hoje, o Sindicato dos Árbitros sob presidência do ex-árbitro Edílson Ramos da Matta conta com 100 associados. Deste total, 65 trabalham nos jogos do Estadual da Primeira Divisão, que é a principal competição do calendário do futebol profissional do Estado. Por jogo apitado, a federação paga uma taxa no valor de R$ 730,00 ao árbitro e 50% desse valor aos auxiliares.

Com um mês de suspensão por tempo indeterminado por causa do Coronavírus, árbitros e assistentes querem receber taxas em atraso da Federação Mato-grossense de Futebol (FMF). Segundo Edílson Ramos da Matta, hoje a entidade tem uma dívida com a classe um valor que beira quase R$ 25 mil. Este montante, segundo o presidente, conta com acúmulo de taxas não pagas da Copa FMF/2019.

“Já procurei a federação para nos pagar pelo menos os atrasados, os da Copa FMF do ano passado. O pessoal já está se queixando de dificuldade financeira. É uma renda extra que o pessoal conta para o seu dia a dia”, finaliza da Matta.

Fonte: A Gazeta

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