Brasil terá teste aleatório de coronavírus em cidades com casos

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Testes podem mostrar circulação do vírus na comunidade

O Ministério da Saúde vai iniciar a testagem aleatória para o coronavírus SARS-CoV2 de amostras de pacientes com quadros gripais em cidades que já tenham casos confirmados do novo vírus, anunciou o secretário de Vigilância em Saúde da pasta, Wanderson de Oliveira, nesta segunda-feira (9).

“Nas cidades que já possuem um caso confirmado de covid-19 [doença causada pelo novo coronavírus], a gente vai, onde tem unidade sentinela, pegar as amostras negativas [para influenza] no painel viral, aquela que faz na rotina, e testar essas amostras para SARS-CoV2, independente de viagem internacional.”

Em todo o país, são 114 unidade sentinela. O secretário explicou que elas são desde unidades de saúde até prontos-socorros, mas que têm mais experiência em pacientes com síndromes gripais.

“Eles aderem a essa metodologia, colhem esse material, mandam para o Lacen [laboratórios centrais] de cada estado, faz a tipologia [do vírus].”

Além disso, acrescentou Oliveira, pacientes internados e diagnosticados com SRAG (síndrome respiratória aguda grave) também serão testados para o novo vírus.

Todos os hospitais com pessoas com quadro respiratório grave já são obrigados a informar o Ministério da Saúde.

Com isso, será possível verificar se já existe transmissão comunitária — quando não é mais possível rastrear a origem — do coronavírus no Brasil.

“A gente pode fazer transmissão comunitária por meio da detecção de testes positivos em amostras sentinelas. […] Então, pode ser que possamos identificar, como o Canadá já fez, a transmissão comunitária.”

Até então, só eram submetidos a testes específicos de coronavírus pacientes que apresentavam febre, sintomas gripais e estivessem retornado de países apontados como locais de transmissão, como boa parte da Europa, China e Estados Unidos.

Uma vez identificada a transmissão comunitária do SARS-CoV2 no Brasil, o Ministério da Saúde vai fazer “a vigilância de SARS-CoV2 somente para síndrome respiratória aguda grave”, ou seja, pacientes internados.

Fonte: R7

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