O Índice Geral de Preços–Mercado, o IGP-M, apurado pela Fundação Getúlio Vargas, registrou alta de 0,27% em novembro, superior à taxa de menos 0,36% que havia sido registrada em outubro.
Apesar disso, no acumulado do ano, a taxa está no campo negativo, com deflação de 0,11% em 12 meses.
O IGP-M é um indicador usado para reajustar contratos, incluindo os contratos de aluguel, e é por isso que conhecido como ‘inflação do aluguel’, apesar de monitorar os preços de produtos e serviços, e não da moradia.
O IGP-M negativo, no entanto, não garante ao inquilino que os contratos de aluguéis serão reajustados para baixo.
Isso acontece porque é comum que os contratos registrem que é considerado no reajuste a variação positiva do indicador, o que, na prática, não obriga o ajuste para baixo.
Lembrando que o IGP-M é composto por 3 subíndices. O que mede os preços ao produtor, que é o de maior peso, o que monitora os preços cobrados do consumidor, com peso intermediário, e o índice que considera produtos e serviços da construção civil, que é o que pesa menos na composição final.
Em novembro, a taxa do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 0,27% e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) avançou 0,28%
Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou taxa de 0,25%, acelerando em relação a outubro, quando o índice subiu 0,16%.
As principais pressões do IPC vieram do encarecimento das passagens aéreas, do desodorante, dos serviços bancários, dos perfumes dos planos e seguros de saúde
Por outro lado, alguns produtos e serviços que compõem o IPC registraram queda nos preços e impediram um avanço maior do indicador, como o leite tipo longa vida, o tomate, a gasolina, o aparelho telefônico celular e a tarifa de eletricidade residencial.





































































