A colheita da uva em municípios do sudoeste de São Paulo deve se estender até o fim de fevereiro neste ano. O motivo é a queda de temperatura registrada fora do período habitual, que interferiu diretamente no desenvolvimento das frutas e no calendário de produção.
Em algumas propriedades rurais da região, a safra foi considerada irregular. As variações climáticas resultaram em cachos com tamanhos diferentes e em frutos que não atingiram o calibre esperado, o que preocupa produtores quanto à qualidade e ao valor de comercialização.
Mesmo com os desafios, o trabalho no campo continua intenso. Em determinados parreirais, os cachos recebem proteção individual para preservar a qualidade das uvas. Apesar do cuidado no manejo, o preço pago pela produção ainda é considerado abaixo do ideal por parte dos agricultores.
Enquanto algumas lavouras ainda estão em fase de colheita, outras já encerraram o ciclo produtivo da temporada. Parte da produção é destinada ao processamento industrial, principalmente para a fabricação de suco e vinho, em vez da venda direta ao consumidor.
O clima segue sendo um dos principais fatores de preocupação para os produtores, já que o cultivo da uva depende de equilíbrio entre sol, chuva e temperatura. Mudanças inesperadas nessas condições podem afetar tanto o volume quanto a qualidade da safra.




































































