Bruno Henrique desembarca sem muletas, mas exame mostra lesão

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Menos de 12 horas depois de ter empatado por 2 a 2 contra o Independiente Del Valle, em Quito, no Equador, a delegação do Flamengo já está de volta ao Rio de Janeiro. No desembarque no Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, na manhã desta quinta-feira, o clima era de uma certa revolta com a arbitragem da partida e de alívio com a situação do atacante Bruno Henrique, que apareceu utilizando uma bota, mas andando sem o auxílio de muletas.

Porém, exames realizados nesta quinta constataram que o jogador sofreu uma lesão no ligamento colateral medial do joelho direito. Segundo Dr. Márcio Tannure, chefe do departamento médico do Flamengo, o tratamento de Bruno Henrique será “conservador”, com sessões de fisioterapia, e, portanto, não há necessidade de cirurgia

O DM do Rubro-Negro tem por prática não divulgar prazo para recuperação dos jogadores do elenco principal. O camisa 27, inclusive, já iniciou tratamento no Ninho do Urubu.

O jogador sofreu o trauma na quarta-feira, ao marcar o primeiro gol do Fla diante do Independiante Del Valle, pelo duelo de ida na final da Recopa Sul-Americana. Apesar de não ter a contusão detectada em um primeiro momento, ele deixou o estádio Olímpico Atahualpa de muletas.

Já é certo que o atacante não jogará neste sábado contra o Boavista, no estádio do Maracanã, pela final da Taça Guanabara, o primeiro turno do Campeonato Carioca. Mas é possível tê-lo de volta no segundo e decisivo jogo da final da Recopa Sul-Americana contra o Independiente Del Valle, na próxima quarta-feira, também no Maracanã.

Além do atacante, Rodrigo Caio também não irá atuar contra o Boavista, pois foi substituído contra o Independiente Del Valle sentindo dores na virilha. O zagueiro também vai passar por exames para saber qual a gravidade da lesão.

BRONCA

Os jogadores chegaram ao Rio de Janeiro reclamando da arbitragem do uruguaio Leodán González, especialmente na marcação do pênalti do lateral-direito Rafinha em Murillo, que gerou o gol do empate dos equatorianos no final da partida.

“Sabemos que era um jogo difícil, na altitude, contra uma equipe muito forte que foi campeã da Sul-Americana. Conseguimos fazer um bom jogo, poderíamos ter saído com a vitória, infelizmente marcaram aquele pênalti que eu achei que não foi. Mas foi um resultado bom, não foi ruim. Agora a gente decide em casa e espera que possa sair campeão”, analisou o atacante Pedro.

Autor do pênalti, Rafinha disse que reviu a jogada e discorda da marcação. “Assistimos várias vezes o replay dos lances e vimos que não teve nenhum contato. Particularmente, na hora, já tinha certeza que não tinha tocado nele. Mas fazer o quê? Paciência. Ver numa decisão daquelas um árbitro despreparado… Para ele dar um pênalti daquele sem ter revisado, não pedir auxílio de vídeo… a gente fica triste, mas tudo bem”, comentou.

Fonte: TERRA NOTICIAS

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