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Juara – Mato Grosso
Domingo, 25 de Julho de 2021

Caminhoneiros relatam como estão trabalhando durante o período de pandemia da Covid 19

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Para garantir o abastecimento de combustíveis nos postos do País, Exército precisou escoltar caminhões /EVARISTO SA/AFP/JC

Desde o mês de abril de 2020, a população do País inteiro e de todo mundo vem enfrentando o sério problema de contagio do novo coronavrius (Covid 19), que além de causar graves problemas a saúde de milhões de pessoas, ainda afetou o âmbito econômico em todo mundo.

Por medidas de prevenção a saúde, todas as atividades foram praticamente paralisadas e afetado, como foi o caso dos eventos públicos, shows, rallys, bailes entre outros. Fechamento de áreas de lazer, campo de futebol e praias.

Os serviços que continuaram, todos tiveram restrições para manter a prevenção contra o vírus que ainda continua neste ano de 2021.

A classe dos caminhoneiros que trafegam pelas imensas estradas brasileiras transportando cargas e alimentos para abastecer os comércios, farmácias e outros, também tem enfrentado sérios problemas.

Como se não bastasse, as péssimas condições de grande parte das rodovias, alto valor dos pedágios e custo absurdo do óleo diesel, agora enfrentam ainda a lida do cotidiano com a Covid 19.

Marcos Rey que trabalha há 20 anos como caminhoneiro destacou as dificuldades enfrentadas durante a pandemia e relatou falta mais apoio aos caminhoneiros por parte do Ministério do Transporte.

“A gente tem que viajar e levar o progresso para os municípios brasileiros, e agora com essa doença, nós somos vacinados, e a nossa classe não foi priorizada. Isso fica difícil, e acho que o governo deveria ter olhado mais por nós que transportamos a produção do campo para a indústria e da indústria para o consumidor”, disse Marcos.

Para ele o governo teria que ter destinado vacina para a classe dos caminhoneiros, e ter deixado os indígenas para o segundo plano. “Não sou contra vacinar os índios, mas eles poderiam ficar recolhidos, porque nossa classe não pode parar, se pararmos o Brasil também para; mas estamos lutando e levando a vida, somos fortes”, completou o caminhoneiro Marcos Rey.

Fonte: Radiotucunare/acessenoticias

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