baner topo1
Juara – Mato Grosso
Terca-Feira, 02 de Marco de 2021

Caso Gislaine: óbito por AVC hemorrágico devido rompimento de aneurisma. Conheça o drama dessa jovem

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no pinterest

Um fato triste ocorrido nesse final de semana com uma jovem de 24 anos de Juara, chamou atenção da comunidade médica, e quiçá pode dar causa a uma ação judicial contra a regulação do Estado para vaga de UTI no setor de Neurologia. Entenda o caso:

Conheça a história da paciente Gislaine Souza Bezerra:

Gislaine Souza Bezerra, 24 anos teve seu  segundo filho, onde o parto aconteceu no dia 23, sem nenhuma intercorrência, mas no dia 24, apresentou dores de cabeça, os médicos não deram alta e mantiveram a paciente por mais dois dias na internada para investigar essa dor.

Nesse período, ela apresentou confusão mental e os médicos (nesse momento os médicos acreditam que o aneurisma ainda não estava rompido, apenas provocando as dores) e então, o médicos sugeriram que fosse feito exame de ressonância magnética, mas a família não concordou e o marido ficou com medo de injetar o contraste em Gislaine. Segundo familiares, ela tinha dores de cabeça com certa frequência e consideraram desnecessário fazer o exame naquele momento.

Ela recebeu alta do Hospital e a família a levou para ser atendida por uma médica psiquiatra, que deu diagnóstico de depressão após parto.

Infelizmente, dias depois (05/02) Gislaine retornou ao hospital em estado grave, precisou ser entubada e através do exame de imagem foi possível detectar o rompimento de um aneurisma, que deu causa a um AVC hemorrágico.

A família divulgou pelas redes sociais um apelo para ajuda financeira e pediu orações pela gravidade dos fatos.

Diante do caso gravíssimo, a equipe médica solicitou imediatamente uma vaga na UTI de Cuiabá no setor de Neurologia, mas para surpresa dos médicos e da família, o médico regulador responsável por providenciar as vagas de UTI, manifestou-se somente após três dias, quando então, Gislaine foi removida para UTI da capital, no entanto na madrugada desse dia 8 veio a óbito.

Nos casos de neurocirurgia, primeiro o neurocirurgião responsável  pela regulação precisa dar o aval dele, concordando que tal paciente precisa ser regulada para uma UTI, somente depois que ele da o aval, é que ele começa a procurar a vaga e o aval desse regulador, demorou mais de 36 horas para ele dizer “sim”, que é um caso  de neurocirurgia. Durante todo esse tempo Gislaine ficou a espera e ainda mais um dia para conseguir a vaga e realizar o transporte, explicou um dos médicos a reportagem da Rádio Tucunaré e site Acesse Notícias.

O óbito de Gislaine nada tem a ver com sua gestação ou com o trabalho de parto. Ela era portadora de um aneurisma cerebral que se rompeu, causando ao AVC hemorrágico, assim foi informado para reportagem da Rádio Tucunaré e site acesse notícias.

O corpo da jovem será transladado para Juara.

Fonte: Rádio Tucunaré e Site Acesse Notícias

Com muito ❤️️ por GO7.SITE

⚙️