Um ato de reivindicação de forma silencioso e pacifico denominada ‘Caminhada da Justiça’ marcou a tarde de domingo, 22 de fevereiro de 2026, saindo da Avenida Ayrton Senna até a Praça dos Colonizadores, centro de Juara, onde contou com a participação de familiares, amigos e pessoas de diversos segmentos sociais.
O ato público marcado pela dor, indignação e pela esperança de que a verdade prevaleça referente a morte do jovem Carlos Eduardo Jesus de Machado de 20 anos, que morreu vítima de um grave acidente na Avenida Ayrton Senna em dezembro de 2025.
A principal reivindicação da ‘Caminhada da Justiça’ foi a implantação da sede da Polícia de Identificação Técnica (Politec) no município, considerada essencial para fortalecer a investigação criminal, para outras pessoas não passem pelo mesmo dilema que passou a família Vieira com a morte desse jovem, conforme disse o pai Carlos Vieira Machado.
A tia da vítima de Carlos Eduardo, Patrícia Vieira Machado acredita que o recado foi dado para as autoridades estaduais, governo do Estado e deixou claro que não tem nada contra a gestão municipal, porque a cobrança é para o governo do Estado.
Os cartazes representou o pedido coletivo por respostas e foi seguido de orações, união e solidariedade, reivindicando estruturas técnicas adequadas para dar celeridade e a transparência nas investigações, e evitando a dor de famílias que aguardam por justiça.
Ao concluir a entrevista coletiva, na Praças dos Colonizadores, Carlos Vieira Machado, pai do jovem falecido se emocionou junto com a mãe e a tia Patrícia ao relatar a dor irreparável pela perca do filho, e disse que vai continuar lutando para que a verdade prevaleça e nenhuma outras famílias não passe por essa situação de ter um ente querido morte e exposto ao solo por horas aguardando procedimentos para liberação.
“Nós apenas estamos cobrando respeito, estrutura e respostas, sendo este o objetivo desse ato público com mobilização disseram os familiares”.






































































