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Juara – Mato Grosso
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Emilio Dantas diz que foi ‘engraçado e constrangedor’ gravar as cenas de sexo da série “Todas as mulheres do mundo”

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Protagonista de “Todas as mulheres do mundo”, série original do Globoplay, que terá seu último episódio exibido pela Globo amanhã, Emilio Dantas é sincero ao responder qual foi a maior dificuldade que teve para intepretar o arquiteto Paulo: “O maior desafio foi prático. Ele se relaciona com uma mulher diferente a cada episódio. Eu não tive tempo para debater com as atrizes que fizeram as participações, apesar de elas terem sido muito solícitas e corajosas. Todas as cenas de sexo foram engraçadas e constrangedoras. Era muito engraçado gravar usando só uma meia. E não era no pé”, entrega o ator, aos risos, ao falar do tapa-sexo improvisado no set.

Escrita por Jorge Furtado e Janaína Fischer, a série, com direção de Patricia Pedrosa, foi inspirada na obra de Domingos Oliveira (1936-2019). O título é o mesmo do primeiro filme do cineasta e dramaturgo, lançado em 1966. Retratado como um homem que se entrega aos amores de forma avassaladora e veloz, o protagonista passa a viver várias paixões após trair e romper o namoro com Maria Alice (Sophie Charlotte). O comportamento do personagem dividiu opiniões na internet, e ele foi apontado como machista. “A série abriu um espaço para essa reflexão. Gosto de poder subverter e trazer mesmo um debate. Existe um machismo estrutural no Paulo, e ele mesmo não se dá conta . Hoje em dia tudo é muito delicado. O caminho é evoluir e não ficar parado. Mas muita gente não vê e já vem falar que odeia”, conclui Emilio, que destaca a grande amizade entre o trio Paulo, Cabral (Matheus Nachtergaele) e Laura (Martha Nowill) como um dos pontos altos da trama.

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