Empresário diz que tentou alertar Permínio, mas foi ignorado

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Um dos 22 rus na ao penal derivada da 1ª fase da Operao Rmora, que desmantelou um esquema de fraudes em 23 licitaes de R$ 56 milhes lanadas pela Secretaria Estadual de Educao (Seduc) revelou aos promotores do Grupo de Atuao Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) que ele tentou alertar o ento secretrio de Educao, Permnio Pinto (PSDB), sobre a cobrana de propina no valor de 5%, mas foi ignorado pelo gestor que se recusou e receb-lo. Trata-se do empresrio Esper Haddad Neto, dono da construtora Panamericana Ltda. Na 2ª fase da Rmora deflagrada no dia 20 desse ms e que resultou na priso do ex-secretrio Permnio Pinto, o Gaeco intimou alguns empresrios que j so rus na ao penal para prestarem esclarecimentos na condio de testemunhas. O objetivo que eles colaborem com as investigaes para esclarecer a participao nos crimes dos novos investigados nessa 2ª etapa da operao. nesse contexto que o empreiteiro Esper Haddad foi ouvido na tarde desta segunda-feira (25). Ele confirmou as reunies entre empresrios para discutir valores de propina, disse que tentou marcar uma reunio com Permnio Pinto para alert-lo sobre a presso que estava sofrendo para que pagasse propina, mas garante que no participou do esquema e nem praticou os crimes imputados a ele e aos demais rus como organizao criminosa, formao de cartel e fraudes a licitaes. O advogado Bruno Alegria falou com a imprensa e esclareceu que seu cliente foi ao Gaeco na condio de testemunha e ao final assinou um termo de declarao. “Elei veio pra referendar alguns fatos que j fazem parte de outros depoimentos, s pra confirmar se ele tinha conhecimento ou no no tocante a isso”, informou o advogado Bruno Alegria que acompanhou no depoimento. Na primeira fase da Rmora o empreiteiro interrogado, depois foi denunciado pelo Ministrio Pblico Estadual e virou ru juntamente com 21 pessoas. A denncia foi recebida no dia 20 de maio pelo juiz Bruno D’ Oliveira Marques que substituda a juza Selma Rosane Santos Arruda na 7ª Vara Criminal de Cuiab. “Como ele ru a gente estava at preocupado em relao a isso [prestar esclarecimentos ao Gaeco nessa 2ª fase da Rmora], mas no so fatos relacionados a ele em si nessa nova etapa da operao. Veio na condio de testemunha. Aos promotores do Gaeco, segundo o advogado, o empresario confirmou sobre algumas reunies que ele tinha acompanhado, que ele viu outros envolvidos participando das reunies. “Ele confirmou que realmente houve essas reunies”.

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