Entenda o que é taxa Selic e como ela influencia todos os investimentos

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Um mecanismo computadorizado que o governo utiliza, por meio do Banco Central do Brasil, para controlar emissão, compra e venda de títulos. Selic quer dizer Sistema Especial de Liquidação e Custódia. Um nome complicado para o índice obtido a partir do cálculo da taxa média ponderada de juros, que as instituições financeiras praticam nas operações diárias com lastro em títulos públicos.

Na prática, um conceito um pouco mais simples de entender. Diariamente, acontecem operações bancárias como saques e depósitos, o que faz com que a movimentação bancária termine o dia com sobras (mais depósitos) ou faltas (mais saques) no caixa. Nessa movimentação, os bancos realizam empréstimos entre si e devolvem pagando uma diferença, os juros. A Selic é a taxa usada para o cálculo desses juros.

“É o principal instrumento de política monetária utilizado para controlar a inflação”, explica Sophia Camargo, jornalista e advogada especializada em economia e finanças, responsável pelo blog O que é que eu faço, Sophia?. “Seja para concessão de empréstimos ou financiamentos, ou ainda para remunerar as aplicações financeiras, essa taxa acaba influenciando todas as demais taxas de juros do país”, informa a especialista.

Para definir uma meta para essa taxa, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (COPOM) analisa a cada 45 dias a atividade econômica do país e se a inflação está sob controle. Até mesmo para os economistas, prever o índice da taxa Selic é um enorme desafio, mas fazer estimativas é algo totalmente viável: basta acompanhar outros indicadores econômicos e ficar de olho nas declarações do Banco Central.

Influenciando o mercado

Um ponto importante é que existe diferença entre a meta Selic e a taxa realizada. A primeira é a divulgada pelo Copom, a segunda é a Selic acumulada informada nas tabelas do site da Receita Federal. É esta última que tem efeito sobre as aplicações e investimentos financeiros, tais como:
– Imposto de renda e outros tributos da Receita Federal;
– Custo de oportunidade na análise de viabilidade dos investimentos;
– Rentabilidade de produtos de renda fixa;
– Cotação do dólar, entre outros.
Para entender um pouco mais sobre o conceito da Selic, leia a matéria completa da especialista Sophia Camargo.

Fonte: R7

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