Juiz remarca para abril julgamento de caminhoneiro acusado de matar mulher e a mãe dela em Tabaporã

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O juiz Rafael Depra Panichella remarcou para abril o júri popular do caminhoneiro suspeito de assassinar Adriana Gonçalves Ferreira, 36 anos, e a mãe dela, Cleide Camporezi Ferreira, 61 anos. O crime ocorreu em julho de 2016, em Tabaporã.

O réu iria a julgamento por duplo homicídio qualificado, no último dia 12. Porém, não constituiu advogado, o que fez com que o juiz remarcasse a data da sessão para 2 de abril. O suspeito segue preso. No ano passado, a defesa alegou “constrangimento ilegal” por excesso de prazo para a formação de culpa. No entanto, o pedido de soltura foi rejeitado pelo Tribunal de Justiça.

Um laudo feito pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) chegou a apontar que o acusado é portador de esquizofrenia. Porém, o Ministério Público Estadual (MPE) pediu a não homologação do exame, justificando que o resultado se pautou apenas nos relatos do suspeito e seu pai, “os quais são diretamente interessados no reconhecimento de insanidade mental”. O parecer foi acatado pela Justiça, que determinou a realização de um novo laudo.

O duplo homicídio ocorreu em uma residência localizada na rua Oscar Kunio Kawakami, no centro de Tabaporã. Uma fonte da Polícia Militar informou, ao Só Notícias, que as vítimas foram atingidas por várias facadas, não resistiram aos ferimentos e faleceram no local.

Elas foram encontradas mortas por um parente, que acionou a PM. Após conversar com familiares das mulheres, os militares se deslocaram até a residência do ex-namorado de Adriana, na rua Ari Zendron, uma vez que ele havia sido apontado como possível suspeito. No local, os policiais encontraram o acusado, com as mãos ensanguentadas e o prenderam.

Segundo a PM, o homem estava “transtornado” e confessou o crime, sem dar muitos detalhes sobre a motivação. Em uma das versões contadas, ele afirmou apenas que discutiu com Adriana e a esfaqueou. Cleide teria “entrado na briga” e acabou atingida por golpes de faca também. O acusado foi conduzido para o presídio de Porto dos Gaúchos (248 quilômetros de Sinop).

As vítimas eram moradoras de Tabaporã. Adriana trabalhava como recepcionista no Fórum do município. Cleide, por outro lado, era aposentada.

 

Fonte: Só Notícias/Herbert de Souza

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