A partir de 1º de janeiro de 2026, a China iniciará uma ampla revisão em sua política de importação, reduzindo tarifas sobre 935 produtos com o objetivo de ampliar a disponibilidade de bens de maior qualidade para sua população e fortalecer setores estratégicos da economia.
A decisão foi tomada pela Comissão de Tarifas Aduaneiras do Conselho de Estado e divulgada nesta segunda-feira (29) pela agência estatal Xinhua. Segundo o comunicado, as novas alíquotas provisórias ficarão abaixo do nível de nação mais favorecida, criando um ambiente mais favorável à entrada de produtos essenciais ao desenvolvimento do país.
Entre os principais focos da medida estão itens que contribuam para a autossuficiência tecnológica, o avanço de uma economia mais sustentável e a melhoria do bem-estar da população. A lista de produtos beneficiados inclui materiais de alta tecnologia, recursos voltados à economia verde e equipamentos médicos, como componentes para manufatura avançada, baterias de íon-lítio e aparelhos da área da saúde.
Além disso, o governo chinês determinou o encerramento do regime tarifário especial para determinados itens — como micromotores, máquinas de impressão e ácido sulfúrico — que voltarão a ser tributados pelas alíquotas regulares aplicadas aos países com status de nação mais favorecida.
A iniciativa faz parte da estratégia de Pequim para fortalecer sua base produtiva, garantir maior competitividade e atender à crescente demanda do mercado interno por produtos modernos, sustentáveis e de maior valor agregado.





































































