Setor de base florestal entra na justiça para eliminar balança móvel em rodovia federal de Mato Grosso

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O Fórum Nacional das Atividades de Base Florestal e o Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem) ajuízaram ação na Justiça Federal para derrubar as restrições de carga impostas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura dos Transportes (DNIT) que colocou balança móvel para coibir cargas das carretas e caminhões  transportando animais, grãos e demais produtos acima de 48,5 toneladas na BR-174, entre os municípios de Castanheira, Juruena e Colniza, na região Noroeste – mais de 300 km. A alegação é que a restrição impacta diretamente o escoamento da produção da região.

Para o presidente do Sindicato das indústrias de Laminados e Compensados (Sindilam), Dorval Prates, a medida implica diretamente na perda de competitividade de um dos principais mercados produtores de madeira nativa do país. A estimativa do setor é de que a decisão gerará aumento nos custos do frete em aproximadamente 30%, apontou, através da assessoria.

O presidente do SIMNO (Sindicato das Indústrias Madeireiras e Moveleiras do Noroeste) Paulo Augusto Veronese, avalia “a obrigação do DNIT era de executar as obras tão necessárias à rodovia, já que tem recursos disponibilizados para isso. Mas, ao contrário disso, prefere restringir a circulação, reduzindo a capacidade de transporte dos empreendimentos da região, sob pena de prejuízos e até mesmo a falência de empresas”, lamentou.

Os recursos aguardam a finalização dos trâmites burocráticos dos órgãos públicos para execução da obra orçada em R$ 684 milhões.

Fonte: Sonoticias

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