Juara – Mato Grosso

8 de janeiro de 2026 11:31

Onda de calor coloca regiões do país em alerta máximo e ameaça a saúde da população

imagem gerada por ia

A atuação de uma forte massa de ar quente mantém diversas regiões do país sob condições climáticas severas, com temperaturas muito acima do normal e riscos diretos à saúde da população. O alerta meteorológico de nível máximo foi estendido até a terça-feira (30), indicando que o cenário de calor intenso ainda não terminou.

Nos últimos dias, os termômetros dispararam de forma incomum. Em várias capitais, os registros superaram em até 7°C a média histórica, caracterizando uma das ondas de calor mais expressivas dos últimos anos. Em áreas do interior, os valores foram ainda mais extremos, com cidades ultrapassando a marca dos 40°C, situação rara e perigosa.

Inicialmente, a previsão apontava para uma diminuição do calor já nesta segunda-feira, porém o comportamento da atmosfera sofreu alterações e prolongou a permanência das altas temperaturas. Apesar disso, as projeções mais recentes indicam que uma mudança mais significativa deve ocorrer a partir de quarta-feira, quando o avanço de instabilidades atmosféricas começará a modificar o padrão do clima.

A formação de uma área de baixa pressão no centro do continente favorece o surgimento de nuvens carregadas e aumenta a chance de temporais, criando uma extensa faixa de chuvas que atravessa o território nacional. Nessas regiões, as precipitações podem ocorrer de forma intensa e localizada, com risco de transtornos urbanos.

Algumas capitais devem registrar volumes elevados de chuva, chegando a 80 milímetros, quantidade suficiente para causar alagamentos e outros impactos. Com isso, a onda de calor tende a ser interrompida, dando lugar a temperaturas mais compatíveis com o verão — ainda elevadas, porém sem os extremos observados nos últimos dias.

Enquanto a mudança não se consolida, autoridades de saúde recomendam atenção redobrada, hidratação constante, redução da exposição ao sol nos horários mais quentes e cuidados especiais com crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas.

Fonte: acessenoticias/radiotucunare

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