Motoristas e consumidores em geral já sentem, a partir desta quinta-feira (1º), os efeitos do novo reajuste do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que incide sobre gasolina, diesel e gás de cozinha. A atualização das alíquotas foi definida ainda em setembro do ano passado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), órgão que reúne representantes dos estados e da União.
Com a mudança, o imposto cobrado sobre a gasolina sobe R$ 0,10 por litro, passando a R$ 1,57. No diesel, o aumento é de R$ 0,05 por litro, elevando o ICMS para R$ 1,17. Já o gás de cozinha passa a ter uma cobrança de R$ 1,05 por botijão.
Segundo o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz), o reajuste leva em conta a variação dos preços médios mensais dos combustíveis, com base nos dados divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), comparando o período de fevereiro a agosto de 2025 com o mesmo intervalo de 2024.
Este é o segundo aumento consecutivo do ICMS sobre combustíveis. Em fevereiro de 2025, o imposto já havia passado por outra elevação.
Especialistas alertam que, por se tratar de um preço estratégico, qualquer reajuste nos combustíveis tende a impactar diversos setores da economia, influenciando custos de transporte, produção e, consequentemente, os preços ao consumidor final.





































































