Durante entrevista concedida ao vivo no dia 17 de abril à Rádio Tucunaré, a bióloga da Vigilância Ambiental de Juara, Arlete Assunção Ramos, revelou dados preocupantes e ao mesmo tempo estratégicos sobre o monitoramento do mosquito no município.
A reportagem da Radio Tucunaré e site acesse notícias apurou que, com a implantação das armadilhas, conhecidas como ovitrampas, foi possível obter um retrato mais fiel da infestação. Ao todo, foram instaladas 139 armadilhas, das quais 136 apresentaram funcionamento adequado.
Segundo Arlete, o resultado chamou a atenção: foram capturados 13.509 ovos do mosquito Aedes aegypti. Esse número representa uma grande quantidade de mosquitos que deixaram de se desenvolver e circular no ambiente urbano.
Além da quantidade expressiva de ovos, o levantamento também permitiu classificar os níveis de infestação em diferentes regiões da cidade. As armadilhas identificaram áreas com baixa, média e alta concentração, incluindo pontos com mais de 100 ovos — considerados de maior risco.
Esses dados são fundamentais para orientar o trabalho das equipes, já que permitem identificar com precisão onde o problema está mais concentrado e onde as ações precisam ser intensificadas.
A bióloga destacou que, apesar do resultado positivo na captura dos ovos, o número elevado acende um alerta importante sobre a presença ativa do mosquito no município. Ou seja, o problema ainda existe e exige continuidade nas ações.
Com essas informações em mãos, a Vigilância Ambiental consegue agir de forma mais eficiente, priorizando as áreas mais críticas e aumentando as chances de reduzir os índices de infestação em Juara.





































































